libretranslate service
libretranslate service roda uma instância do LibreTranslate na sua máquina, num container Docker, para o SDK, o
servidor MCP e a CLI terem com quem conversar.
Ele precisa do Docker. Sem ele, o comando nem aparece em
libretranslate --help, e cada subcomando confere antes se o Docker está instalado e se o daemon dele responde,
dizendo o que fazer quando não.
npx libretranslate service up --languages en,pt,es # cria e inicia, espera até responder
npx libretranslate service status # container, imagem, URL, saúde (sai com 3 quando não responde)
npx libretranslate service logs --follow # o que ele está fazendo (o primeiro início baixa os modelos)
npx libretranslate service down # para; --remove também apaga o container
Diferente dos comandos de ferramentas, ele não precisa de configuração salva: é assim que uma instância local é iniciada pela primeira vez.
up
Na primeira vez, baixa a imagem (mostrando o progresso) e cria o container:
- chamado
libretranslate, publicado só em127.0.0.1(porta 5000, ou--port); - com os modelos de idioma no volume
libretranslate-models, para serem baixados uma vez só; - carregando só os
--languagesinformados, o que acelera bastante o início (padrão: todos os idiomas); - a partir de
libretranslate/libretranslate:latest, ou--image.
Depois espera o /health responder (até 15 minutos, --timeout <segundos>; --no-wait retorna na hora) e salva
http://localhost:<porta> como a instância da CLI quando nenhuma está salva. Quando outra está salva, ele a mantém e
imprime a linha libretranslate mcp config --base-url … para trocar.
Quando o container já existe, up só o inicia: --port, --languages e --image valem na criação, então ele
avisa. Para mudá-los, rode antes libretranslate service down --remove.
A instância que ele roda não emite API keys, então nada mais é necessário.
down
Para o container. --remove também o apaga; os modelos continuam no volume
(docker volume rm libretranslate-models os apaga).
status e logs
status imprime o estado do container, a imagem, a URL e se o /health responde, e sai com código 3 quando não
responde. logs imprime as últimas 100 linhas (--tail <n>), ou continua imprimindo as novas com --follow (-f).